sábado, março 22, 2025

Bob Marley 80 anos: dez razões pelas quais o pai do reggae continua bem vivo em 2025

 Artista jamaicano, que sucumbiu ao câncer em 1981, ganha homenagens por legado que ultrapassou as décadas

                                        O cantor e compositor Bob Marley, em 1976


Artista jamaicano, que sucumbiu ao câncer em 1981, ganha homenagens por legado que ultrapassou as décadas

o cantor e compositor Bob Marley — jamaicano que se tornou uma das maiores lendas da história música pop — completaria 80 anos de idade. As comemorações se iniciam a própria quinta, com a transmissão ao vivo (pelo canal Tuff Gong TV do YouTube) do concerto tributo “Uprising”, diretamente dos Tuff Gong Studios, em Kingston, na Jamaica.

Uma série de artistas populares e novos do país, como Mortimer, Bugle, Kumar Fyah, Naomi Cowan, Quan Dajai, Kelly Shane e Alexx A-Game, homenageiam aquele que cuidou de espalhar o reggae pelo mundo, ainda nos anos 1970.

Outras celebrações na quinta incluem a transmissão do episódio de estreia da série “Bob Marley & I”, com o diretor de cinema, DJ e músico britânico Don Letts, contando detalhes da experiência que mudou sua vida: assistir a Bob Marley & The Wailers no Lyceum Theatre, em Londres, em 1975.

E também no canal, ao meio-dia de Brasília, a Bob & Rita Marley Foundation vai produzir uma cantoria mundial, na Co-op Live Arena, em Manchester, Inglaterra. Lá, o coral Young Voices, com 8 mil integrantes, se junta a milhares de outras vozes ao redor do mundo para interpretar o medley “Marley Magic”, seleção dos maiores sucessos de Bob Marley, incluindo “One love”, “Jamming” e “Three little birds”. 

Objeto, no ano passado, de uma cinebiografia hollywoodiana (e controversa), “One love”, Marley faleceu em 1981, aos 36 anos, de um câncer no pé que ele não tratou e se espalhou pelo corpo. Lançada em 1984, a coletânea “Legend” deu o primeiro sinal de que ele não seria esquecido (ao contrário, até, ficaria ainda mais famoso): é hoje o 14º álbum mais vendido de todos os tempos e a terceira coletânea de greatest hits mais vendida na história dos Estados Unidos.

Segunda celebridade póstuma com o segundo maior número de seguidores nas mídias sociais, Bob Marley está, de fato, mais vivo do que nunca. E aqui vão 10 exemplos daquilo que ele fez e que dizem muito sobre o mundo de hoje, mesmo quase 44 anos após a sua partida do plano material.

O conciliador

Os tempos atuais são de polarização política? Bob Marley seria uma boa solução: com o seu prestígio de artista (e pacifista), ele conseguiu juntar os rivais políticos Michael Manley e Edward Seaga no palco do seu One Love Peace Concert, em 1978. O gesto simbólico tinha como objetivo pedir uma trégua e mostrar união entre os dois partidos, evitando derramamento de sangue em batalhas de facções no país.

A força do pop do Terceiro Mundo

Se hoje nomes como o do porto-riquenho Bad Bunny dominam as paradas de música do mundo com o reggaeton, eles têm que agradecer a Bob Marley. Antes de o jamaicano ir para a Inglaterra e criar uma versão do reggae com apelo suficiente para conquistar mercados de música fora de seu país, nenhum outro artista do Terceiro Mundo havia conseguido emplacar um estilo inteiro como uma sensação pop duradoura (e influente em larga escala). O termo “world music”, aliás, foi criado depois de Marley, muito para abarcar essas potências sonoras que os EUA e a Europa não conseguiram domar.

O divulgador da cultura da Cannabis

                                    Capa do disco "Catch a fire", de Bob Marley and The Wailers 

Antigamente, a erva do diabo, uma calamidade pública que destruía as famílias pelo vício. Hoje, matéria prima de medicamentos importantes. A mudança de mentalidade do mundo em relação à Cannabis sativa, a popular maconha, vem na esteira de um trabalho que foi feito ao longo dos anos por muitas figuras públicas – principalmente Bob Marley, que nunca escondeu (e, ao contrário, propagou) o uso ritualístico que fazia da planta e a inspiração que ela trazia para a sua criação.

O coach involuntário

Até mesmo a revista “Forbes” teve que reconhecer no ano passado: O legado de Bob Marley continua a inspirar líderes a promover paz, união e ação para enfrentar os desafios globais. A publicação elogiou sua autenticidade (“ele permaneceu fiel às suas raízes e usou sua plataforma para defender a paz, o amor e a união”), sua resiliência (“apesar de enfrentar vários desafios, incluindo pobreza e violência política, Bob Marley nunca vacilou”), sua influência (“ele se tornou um símbolo de resistência e empoderamento para comunidades marginalizadas no mundo todo”), sua empatia e sua compaixão.

A prova de que religião e música pop podem conviver

As questões que o gospel levanta hoje no Brasil, do quanto se pode ser pop e atingir outros públicos sem afetar a legitimidade do seu louvor, nunca foram questões para Bob Marley. Ele alguém para quem música e fé eram indissociáveis, e quem quisesse chegar era bem-vindo. Tanto que, além do reggae, ele também levou para o mundo os princípios do Rastafarismo, sem que isso soasse como pregação.




                                                 YG Marley, neto de Bob Marley, e Ghabi 

Outra questão contemporânea que talvez não incomodasse Bob Marley é a dos nepobabies. Pai de 11 filhos e imbuído da missão de levar o reggae para o mundo, ele bem teria se orgulhado do que alguns de seus rebentos fizeram pela música: seja Ziggy, o mais famoso, sejam Damien, Stephen ou Julian. E mais recentemente, o neto YG Marley (na foto), filho do ex-jogador de futebol Rohan com a cantora Lauryn Hill.

O símbolo eterno do reggae

O estilo que Bob Marley aperfeiçoou e ajudou a espalhar pelo mundo (com artistas no Brasil, Noruega, Japão e onde mais se possa pensar) sofreu mutações antes e após sua morte (dub, dancehall, raggamuffin, reggeaton), mesclou-se ao pop e se manteve firme no cenário, lá se vai mais de meio século desde a sua explosão. Mas segundo levantamento nos Estados Unidos, hoje cerca de um quarto de todo o reggae ouvido no país é composto por músicas de Marley. Mal comparando, o homem é um Elvis Presley que nunca viu Beatles pela frente.


Pai de 11 filhos de sete mulheres diferentes, e não exatamente a imagem do homem desconstruído que alguns buscam ser hoje, Bob Marley no entanto é citado como inspiração para movimentos feministas por causa da canção “No woman no cry” – ele teria acertado em cheio ao fazer de uma mulher o personagem principal de uma canção que fala de resistência e busca por justiça num contexto de opressão contra os desvalidos e desprezados.

O ícone fashion

O cantor e compositor Bob Marley, no Brasil 


Os dreadlocks, adotados por razões religiosas. O gorrinho com o qual reunia os dreads no topo da cabeça. Os modelitos jeans, os trajes nas cores do Rastafarianismo (verde, amarelo e vermelho). Os shortinhos de futebol e os agasalhos esportivos da Adidas (antes que os rappers os popularizassem): muito do que Bob Marley vestiu (porque, afinal, ele era Bob Marley), e o mundo pop levou um certo tempo para digerir e adotar, hoje é um adorável lugar comum.

Teorias da conspiração

Antes mesmo de se tornarem a obsessão que são hoje, em todas as instâncias de poder e de mistério, elas já cercavam a morte de Bob Marley. Há desde quem acredite que o câncer possa ter sido inoculado nele por intermédio de um sapato preparado por seus inimigos políticos até o de que essa espécie de envenenamento tenha sido levada a cabo pela Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA), preocupada com a influência do artista da política jamaicana.

CRÉDITOS:O GLOBO

sábado, março 15, 2025

Morre o cantor Cocoa Tea, ícone do reggae, aos 65 anos

  O cantor e compositor jamaicano Colvin Scott, que ficou conhecido como Cocoa Tea, morreu aos 65 anos.


                                     

A morte do artista foi divulgada por sua esposa, Malvia Scott. Além dela, Cocoa deixa oito filhos.

Cocoa Tea faleceu na manhã desta terça-feira (11), em um hospital na Flórida, nos Estados Unidos. “Ele foi diagnosticado inicialmente com linfoma em 2019, mas nos últimos seis meses ele também estava lutando contra pneumonia”, disse a esposa.

O compositor e cantor jamaicano Cocoa Tea morreu de parada cardíaca aos 65 anos nesta terça-feira (11) em um hospital da Flórida, nos Estados Unidos. A informação foi divulgada por sua esposa, Malvia Scott. O veterano do reggae, conhecido por "Rikers Island" e "I Lost My Sonia", ganhou fama internacional após lançar "Barack Obama", música em apoio ao ex-presidente dos Estados Unidos, em 2008.

“Recebi uma ligação esta manhã cedo para dizer que ele tinha sido transferido da unidade [na qual estava] para o hospital, que fica a uns cinco minutos de distância, porque ele estava vomitando”, contou Malvia ao Jamaica Gleaner: O artista ganhou notoriedade após lançar uma música em apoio a Barack Obama.

Mais informações da morte

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O compositor e cantor jamaicano Cocoa Tea morreu de parada cardíaca aos 65 anos nesta terça-feira (11) em um hospital da Flórida, nos Estados Unidos. A informação foi divulgada por sua esposa, Malvia Scott.

O veterano do reggae, conhecido por "Rikers Island" e "I Lost My Sonia", ganhou fama internacional após lançar "Barack Obama", música em apoio ao ex-presidente dos Estados Unidos, em 2008.
Segundo Malvia, Cocoa Tea estava internado no hospital há cerca de três semanas. "Ele foi diagnosticado inicialmente com linfoma em 2019, mas nos últimos seis meses ele também estava lutando contra pneumonia", afirmou, ao Jamaica Gleaner.

O primeiro-ministro da Jamaica, Andrew Holness, prestou homenagem ao cantor em seu perfil do X, antigo Twitter. "A influência de Cocoa Tea se estendeu além de nossas fronteiras, tocando corações em todo o mundo e solidificando o lugar da Jamaica no palco musical global", escreveu.

Nascido como Colvin Scott em 1959, o cantor lançou sua primeira canção, "Searching In The Hills", quando tinha apenas 15 anos. Em 1984 lançou seu álbum de estreia, "Weh Dem A Go Do... Can't Stop Coco Tea".

Ele tornou-se mais conhecido nos anos 1990, e alguns de seus maiores sucessos foram "Sweet Sweet Cocoa Tea", "Israel's King", "Young Lover" e "Rocking Dolly". Além de uma voz suave e melodias lentas, suas letras socialmente conscientes conquistavam amantes de reggae.

Seu último álbum foi "Sunset in Negril", lançado em 2014. Colvin "Cocoa Tea" Scott deixa sua esposa, Malvia, e seus oito filhos.


O diário Carioca postou essa nota

12 de março de 2025 – Miami – O cantor jamaicano Cocoa Tea, famoso por sua contribuição ao reggae e pelo apoio a Barack Obama na campanha de 2008, faleceu nesta terça-feira (11), aos 65 anos. A morte do artista foi confirmada por sua esposa, Malvia Scott, que explicou que ele estava internado em um hospital na Flórida, onde lutava contra complicações de um tratamento para linfoma e pneumonia.
A esposa de Cocoa Tea revelou à imprensa que o cantor foi transferido para o hospital após sentir fortes náuseas. “Recebi uma ligação dizendo que ele havia sido transferido de uma unidade para outra, porque estava vomitando”, relatou Malvia. O cantor havia sido diagnosticado com linfoma em 2019 e, nos últimos meses, enfrentava uma batalha contra a pneumonia. Apesar das dificuldades, ele manteve uma atitude positiva até o fim, de acordo com a esposa.

 
A carreira e legado de Cocoa Tea

Cocoa tea, cujo nome verdadeiro era Colvin Scott, foi um dos maiores ícones do reggae jamaicano. Ele ficou conhecido mundialmente por seus sucessos como Rocking Dolly e I Lost My Sonia, canções que se tornaram hinos da música jamaicana. Além disso, Cocoa Tea se destacou pelo apoio a Barack Obama durante sua campanha presidencial de 2008, o que fortaleceu sua imagem como defensor de causas sociais.

A sua morte deixa uma marca profunda no cenário musical e cultural da Jamaica. Ele deixa oito filhos e é lembrado não apenas por sua voz inconfundível, mas também pela sua generosidade e influência dentro da música.



BLOCO QUILOMBO SAI NA FRENTE E ANUNCIA AS ATRAÇÕES PARA MICARETA DE FEIRA 2025

 


Já foi confirmado e as atrações para compor o bloco mais tradicional do Reggae na cidade será com Osvaldo Silva e Banda Sião, e prometem agitar a avenida no sábado de micareta então aguardem

BLOCO QUILOMBO FSA 

03 de Maio Sábado de micareta  Concentração 20 h

Atrações 

Osvaldo Silva 
Banda Monte Sião 

Valor  Abada 50,00 

Promoção  válida até 10 de Abril 
Na compra do Abada ganhe o ingresso do ensaio Geral 
Informações 75 99231-1324 
Jailson do Reggae


domingo, fevereiro 16, 2025

Palco Reggae Vibes na Micareta de Feira de Santana 2025

 Pelas primeiras vezes, tivemos ano passado, e retrasado atrações musicais do gênero Reggae Internacionais  a  se apresentar em nossa Micareta de Feira foi onde contou com as presenças do cantor de reggae jamaicano, Kevin Isaacs. Em 2024, O artista foi uma das principais atrações do Palco Jota Morbek na sexta-feira (19), no segundo dia de folia de 2024.

Filho de Gregory Isaacs, que é considerado uma das vozes mais sofisticadas do gênero, Kevin seguiu os caminhos do pai na música e aderiu ao estilo rocksteady, gênero que marca a trajetória inicial de Bob Marley e destaca a consciência política.


O produtor, Laurindo do Reggae, que saiu de Salvador e estava presente na Micareta, diz que frequenta nossa festa há mais de 40 anos. Segundo ele, o gênero é a sua vida. “Faço produção para shows de reggae desde 1980. Sou de Salvador, mas sempre venho para essa festa porque não tem violência, o policiamento é bom, é tudo lindo”, declarou.


Além de Kevin, também cantaram no palco do Reggae as bandas Afro Luanegra, Camutiê, Axé Neto de Gandhi, Jeremias Gomes e Cativeiro.

E em 2023 tivemos o também jamaicano Andrew Tosh que é filho do lendário Peter Tosh. E nesse dia contou com outras atrações ao longo do dia todas atrações de Reggae. Adão Negro, Dionorina, Edy Vox e Abordagem fizeram parte do tradicional sábado do Palco Reggae Vibes 2023.

Lembrando que este ano iremos fazer novamente a cobertura do D. O dia do Reggae na Micareta 2025





sexta-feira, fevereiro 14, 2025

PONTO DE EQUILÍBRIO CELEBRA 25 ANOS DE HISTÓRIA COM SHOW EM SALVADOR DIA 23 DE MAIO! CONFIRA


Quem é baiano e curte reggae sabe da forte conexão que a banda Ponto de Equilíbrio  tem com a Bahia, e Salvador não poderia ficar de fora da turnê que celebra os 25 anos do grupo. Uma das grandes referências do reggae nacional, a banda inicia uma turnê especial para comemorar sua trajetória de sucesso. Reconhecida por sua contribuição à cena reggae no Brasil, a família Ponto conquistou uma base fiel de admiradores e se consolidou como um dos principais nomes do gênero. Como parte dessa celebração, Salvador receberá um show imperdível no dia 23 de maio (sexta-feira), às 19h, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves. A apresentação promete uma viagem musical repleta de clássicos que marcaram gerações, além de novidades do trabalho mais recente da banda.


Desde sua fundação em 1998, no Rio de Janeiro, a Ponto de Equilíbrio construiu uma trajetória sólida com músicas que abordam amor, resistência, espiritualidade e a busca por um mundo mais justo. Canções como Minha Missão, Reggae de Verdade e Deixa a Vida Me Levar se tornaram hinos para os fãs e consolidaram a identidade única do grupo dentro do reggae brasileiro.


No show comemorativo, o público pode esperar um repertório diversificado, resgatando sucessos que fizeram história e apresentando novidades que refletem o momento atual da banda. Além dos clássicos, o espetáculo contará com músicas inéditas, mantendo viva a essência do reggae e sua mensagem de transformação e positividade.


📸Divulgação




SERVIÇO

PONTO DE EQUILÍBRIO – TURNÊ 25 ANOS

📅 Data: 23 de maio (sexta-feira)

⏰ Horário: 19h

📍 Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves

💲 Valores – 1º Lote Promocional:

• Inteira: R$140,00

• Meia-entrada: R$70,00

• Ingresso solidário: R$98,00 (mediante doação de 1kg de alimento não perecível)

🎟️ Vendas: Sympla e bilheteria do Teatro

🔞 Classificação: 16 anos

🎤 Realização: Allcance Produções (@allcance.producoes)

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#pontodeequilibrio #conchaacustica #reggae #musictv #heliobentes #ponto25anos #tour25anospontodeequilíbrio



GPS do Olodum" é a Música do Carnaval 2025 do Olodum

O Olodum, um dos maiores ícones da música percussiva da Bahia, lança "GPS do Olodum", a grande aposta para o Carnaval 2025. A canção, composta por Paulo Jorge, Breno Casagrande, Wostinho Nascimento, Sandro Balla e Lucas Di Fiori, vai embalar foliões ao som contagiante dos tambores do Pelourinho.

A faixa já está disponível em todas as plataformas digitais e traz a energia característica do grupo, que há décadas leva a cultura afro-brasileira para o mundo. A mistura rítmica e a força da percussão fazem de "GPS do Olodum" uma forte candidata ao título de hit do Carnaval deste ano, reafirmando o legado do bloco afro que revolucionou a música baiana.


 Para os fãs da folia, a nova música do Olodum já é um convite para seguir o ritmo e marcar presença na festa mais aguardada do país.


 Link da Música: 


No YouTube

https://youtu.be/dIHE4PsVrcs?si=qxn-T3Un6_QZfv1Q

 Spotify

https://open.spotify.com/intl-pt/track/5BwZJ18IYeyKC4bC5Cho56


Tema do Bloco Olodum - Carnaval 2025


OLODUMARÉ | O Ser Supremo - Origens e Raízes

Vendas na Central do Carnaval (www.centraldocarnaval.com.br)


Redes Sociais

Site: https://olodum.com.br/

Instagram: https://www.instagram.com/olodum_oficial/?hl=en

Facebook: https://www.facebook.com/olodum.oficial/

Twitter: https://twitter.com/olodum?lang=en

YouTube: www.youtube.com/tvolodum


 Assessoria de comunicação da Banda, Bloco e Escola Olodum - LABORATÓRIO DA NOTÍCIA





sexta-feira, dezembro 20, 2024

Baile do Rasta: Jeremias Gomes lança seu novo audiovisual em show histórico em Salvador


Com grandes nomes do reggae, o evento na Concha Acústica, no dia 18 de janeiro,

Promete ser um marco na carreira do artista e na cena musical

Aos sons do reggae mais autêntico e com a vibe inconfundível do rasta, o cantor e compositor baiano Jeremias Gomes, um dos maiores expoentes da nova geração do reggae nacional, anuncia o evento de lançamento de seu novo audiovisual com o show exclusivo Baile do Rasta, que acontecerá no dia 18 de janeiro, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador.

A noite, que promete ser histórica, reunirá grandes nomes da música nacional, como o reggae man Edson Gomes, Serginho do Adão Negro, Nengo Vieira, Edy Vox, o DJ Ras Seles e outros convidados surpresas, para uma verdadeira celebração da cultura reggae.

A apresentação promete ser uma celebração da música e da família reggae, marcando o reencontro de Jeremias com um dos palcos mais icônicos da Bahia. “É uma honra porque ele é o maior artista do reggae baiano e nacional. E a Concha Acústica é o templo da música em Salvador, um palco muito emblemático, onde sempre acontecem grandes shows. Voltar à Concha depois de sete anos, agora com o lançamento do meu audiovisual e com meu pai ao meu lado, celebrando a força do reggae, é um mix de sentimentos. Tudo isso tem uma importância máxima para mim”, declara Jeremias.

Baile do Rasta é mais do que um simples show: é um evento de celebração da família reggae, que marca o início de uma nova fase na carreira de Jeremias Gomes. Com sua sonoridade autêntica, ele busca manter viva a chama do reggae nacional, ao mesmo tempo em que oferece aos fãs uma nova perspectiva sonora. O projeto é uma fusão das influências que permeiam sua trajetória, unindo canções autorais e clássicos do gênero com uma energia de renovação e reflexão. Jeremias, um artista que se inspira  diretamente na obra de seu pai e ícone do reggae brasileiro, Édson Gomes, e na força da música jamaicana, promete um show com muito groove, vibração positiva e, claro, a mensagem de paz e resistência que o reggae carrega.


O "Reggae no Parque" e a Trajetória do Artista 

O lançamento audiovisual que será celebrado no Baile do Rasta tem suas origens no sucesso do projeto Reggae no Parque, evento criado por Jeremias Gomes para celebrar a cultura reggae e as raízes do gênero na cidade de Salvador. Em sua última edição, realizada no Parque da Cidade, o evento foi um marco na cena musical, reunindo grandes nomes do reggae e consolidando Jeremias como um dos principais artistas do estilo no Brasil. A segunda edição do Reggae no Parque trouxe o encontro de gerações, em uma noite de performances memoráveis que exaltaram os mestres do reggae nacional e internacional.

Com o Baile do Rasta, o cantor oferece ao público uma nova perspectiva de sua trajetória, proporcionando uma experiência única tanto para os fãs que já acompanham sua carreira quanto para aqueles que ainda irão se encantar com sua música. A proposta do evento é levar o público para uma viagem sonora, onde o reggae é mais do que um gênero musical: é uma filosofia de vida e resistência. O reggae, mais do que nunca, se reafirma como um movimento cultural de impacto global. A noite contará com um repertório animado e dançante, mas também com momentos de reflexão e emoção, passando por temas como a luta pela liberdade, igualdade e a preservação da cultura negra e de suas raízes.

 Sobre a Gemima Produções

A Gemima Produções, responsável pela realização do Baile do Rasta e pela organização das edições do Reggae no Parque, é uma empresa baiana com forte atuação na promoção de eventos culturais e musicais. Com um portfólio voltado para a valorização da cultura local e a difusão de gêneros musicais autênticos como o reggae.

Serviço:

Evento: Baile do Rasta – Lançamento Audiovisual de Jeremias Gomes

Data: 18 de janeiro (sábado)

Local: Concha Acústica do TCA, Salvador

Horário:  18h

Abertura dos portões : 16:30h

Classificação: 14 anos

Venda Online: Ingressos no Sympla:

Primeiro Lote

Inteira: R$ 60,00

Meia: R$ 30,00

Assinantes Clube Correio: 1º Lote R$ 36,00 (Basta apresentar o seu cartão do Clube Correio)

Siga Jeremias Gomes nas redes sociais:

Instagram: @jeremiasgomesoficial

Youtube: @Jeremiasgomes

Spotify: Jeremias Gomes | Spotify

*Evento com desconto de 40%  para assinantes do Clube Correio.

*Desconto pessoal e intransferível, obrigatório apresentação no acesso, carteira física ou virtual.

VENDAS

Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Castro Alves (clique aqui para informações de funcionamento) ou no site e aplicativo da Sympla (www.sympla.com.br).

MEIA-ENTRADA

- A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para o evento.

- O Teatro Castro Alves cumpre a Lei Federal 12.933 de 29/12/2013 e a Lei Municipal nº 9.763/2023, que determinam que a comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória para aqueles que gozam deste direito.

Alguns requisitos são de mera importância na carteira estudantil:

Nome da instituição, Foto, código de barra, QR code e dentro da validade.


 

Bob Marley 80 anos: dez razões pelas quais o pai do reggae continua bem vivo em 2025

 Artista jamaicano, que sucumbiu ao câncer em 1981, ganha homenagens por legado que ultrapassou as décadas                                  ...